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Mindhunter e sua maravilhosa trilha sonora

 

O serviço de streaming Netflix é responsável pela diversão de uma boa parte da população brasileira, com seus filmes e, principalmente suas séries. Além dos programas já consagrados, a Netflix também preza pelas suas próprias criações, que geralmente fazem grande sucesso, vide Demolidor, Stranger Things e Sense 8. E uma das novas apostas é uma série que é totalmente o inverso dos vigilantes, das crianças com poderes, do mundo invertido ou dos sensatez: estamos falando de Mindhunter.

Inspirada no livro homônimo, a série aborda o trabalho dos agentes do FBI Holden Ford e Bill Tench – e posteriormente, da Dra Wendy Carr –, que, no fim da década de 1970, começaram a entrevistar um tipo diferente de criminoso, os serial killers, que ainda não possuíam essa denominação. Com isso, eles trabalharam para traçar um perfil que poderia identificar tais criminosos e evitar que novos crimes brutais, sem uma motivação aparene, ocorressem.

Se você espera muita ação, perseguições e prisões espetaculares, Mindhunter não entrega nada disso. No lugar, temos todo um trabalho para produzir um perfil psicológico, que pode definir um modus operandi de um potencial assassino. As entrevistas dos agentes com criminosos de sérios problemas familiares e de sociabilidade, que detalham os motivos dos crimes e como mataram as suas vítimas é que acabam prendendo o telespectador, bem como o que esse trabalho acaba causando na vida dos agentes. Tudo isso num ritmo mais lento, com uma fotografia excelente e uma ambientação maravilhosa.

Uma dos fatores que contribui para essa ambientação é a trilha sonora, com bandas que fizeram grande sucesso na época, como Fleetwood Mac (“Albatross” é uma das canções da banda presente na trilha), Toto e Meat Loaf. O clima setentista, à beira dos primeiros anos da década de 1980, é palpável em qualquer episódio, por conta das roupas, dos carros, do linguajar, das músicas  – “Psycho Killer”, do Talking Heads, é a música perfeita para acompanhar o trabalho de Holden, Ford e da Dra Wendy Carr. Outra que merece destaque é “In the Light”, do Led Zepellin, presente no disco Physical Graffiti(https://vinilrecords.com.br/produto/led-zeppelin-physical-graffiti-vinil-duplo-importado/), de 1975, o sexto álbum de estúdio da banda, que também conta com “Kashmir” no repertório.

E se você gosta de trilhas sonoras de filmes, documentários e séries, dê uma olhada no no catálogo da www.vinilrecords.com.br e complete a sua coleção!

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